No dia 1° de Maio de 2001 em São Paulo, a Campanha pelo Esgoto Sanitário foi lançada através da inserção na mídia de um comercial, conscientizando a população sobre a realidade brasileira e convidando-a a participar do maior abaixo-assinado do país.
A Força Sindical, organizadora do evento, cedeu à entidade uma Estação chamada Água e Cidade, onde também eram recolhidas as assinaturas e apresentadas informações sobre os problemas causados pela falta da coleta e tratamento do esgoto sanitário, e 300 pessoas que auxiliaram na coleta das assinaturas. A Pastoral da Criança esteve junto à Água e Cidade participando com 50 voluntários.
A Campanha estendeu-se pelo Brasil, para 5.513 municípios, com o envio de kits formados por: carta de apresentação do Diretor da entidade, cartaz da campanha, fita de vídeo institucional, folhas para o abaixo-assinado e envelope para retorno da correspondência, somando mais de 210.000 assinaturas.
A Campanha reforçou a parceria da Água e Cidade com diversas organizações que a fortaleceram e a legitimaram, demonstrando que o saneamento básico é um tema de interesse coletivo:
Força Sindical;
FNU-CUT - Federação Nacional dos Urbanitários da Central Única dos Trabalhadores;
FEMACO - Federação dos Trabalhadores em Serviços de Asseio e Conservação Ambiental Urbana e Áreas Verdes no Estado de São Paulo;
SDS - Social Democracia Sindical;
FASE - Federação dos Órgãos para Assistência Social e Educacional;
CONAM - Confederação Nacional das Associações de Moradores;
Escola de Samba - G.R.E.S. Independente da Praça da Bandeira (RJ);
Em 1999, quando começamos essa Campanha morriam 20 crianças por dia, hoje, segundo dados estatísticos, são 15 crianças que morrem por dia. Mas quantas ficam doentes e quantas vezes por ano têm de ser levadas ao pronto-socorro ou hospitais, vítimas de diarréia e outros tipos de doenças de origem hídrica, por mães e pais que deixam de trabalhar para atenderem seus filhos?
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